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	<title> &#187; Blog</title>
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	<description>Visual Artist / Writer</description>
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		<title>(Português do Brasil) Giotto de Bondone &#8211; o pintor considerado por muitos como o &#8220;pai&#8221; do Renascimento Italiano</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 17:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Roque]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sorry, this entry is only available in Brazilian Portuguese.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="qtranxs-available-languages-message qtranxs-available-languages-message-en">Sorry, this entry is only available in <a href="https://roque.art.br/?cat=5&#038;feed=rss2&#038;lang=pb" class="qtranxs-available-language-link qtranxs-available-language-link-pb" title="Português do Brasil">Brazilian Portuguese</a>.</p>
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		<title>A grandeza na simplicidade da arte</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2016 01:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Roque]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2010, o Museu de Arte Moderna de Nova York recebeu a retrospectiva da artista performática Marina Abramovic. Particularmente, eu considero esse evento como uma das melhores retrospectivas de um artista da qual tenho notícia. E por um motivo bem &#8230; <a href="https://roque.art.br/?p=84&#038;lang=en">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.roque.art.br/wp-content/uploads/2016/06/abramovic-is-present-e1467330449876.jpg"><img class=" size-medium wp-image-164 alignleft" src="http://www.roque.art.br/wp-content/uploads/2016/06/abramovic-is-present-e1467330449876-300x243.jpg" alt="abramovic-is-present" width="300" height="243" /></a>Em 2010, o Museu de Arte Moderna de Nova York recebeu a retrospectiva da artista performática Marina Abramovic.</p>
<p style="text-align: justify;">Particularmente, eu considero esse evento como uma das melhores retrospectivas de um artista da qual tenho notícia. E por um motivo bem simples: as obras se resumiam basicamente à presença da artista, o que, aliás, tornou-se o próprio nome da mostra (The Artist Is Present).</p>
<p style="text-align: justify;">A mostra constituiu-se de uma única performance, cuja ideia é tão simples quanto portadora de uma espantosa carga de humanidade, poucas vezes alcançada em uma única obra.</p>
<p style="text-align: justify;">A arte performática baseia-se no uso do próprio corpo do artista como suporte para sua obra. É uma estranha mistura de teatro e artes plásticas. Mas diferentemente de cada um dos dois, a performance raramente envolve representação de um personagem e a obra não se apresenta como um artefato físico, como, por exemplo, um quadro.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa retrospectiva, a artista sérvia, famosa por criar performances que exploravam a questão da dor física, deixou em casa suas lâminas e isqueiros, vestiu-se com um vestido longo, liso e (na minha plebéia opinião) totalmente desinteressante e sentou-se numa cadeira no meio do salão. À sua frente, havia outra cadeira, mas vazia. Havia também, a principio, uma mesa entre elas, mas a artista pediu que fosse retirada.</p>
<p style="text-align: justify;">A performance então se desenvolveu da seguinte maneira: qualquer pessoa que estivesse por ali, visitando o museu, poderia ocupar a cadeira vazia e olhar de frente para a artista.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesses instantes de silenciosa contemplação mútua, aconteciam basicamente duas coisas. Uma era a leitura que o visitante fazia da artista, outra, a leitura que a artista fazia do visitante.</p>
<p style="text-align: justify;">Não havia diálogos ou qualquer tipo de abordagem objetiva entre eles. Eram apenas duas pessoas estranhas fitando os olhos uma da outra.</p>
<p style="text-align: justify;">O que, a princípio, parecia ser mais uma performance “esquisitóide”, alcançou uma dimensão impressionante.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma imensa fila se formou para ocupar aquela cadeira vazia.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos poucos minutos reservados a cada pessoa, Marina a analisava com o total interesse de entender o que aquele olhar revelava, que tipo de alma ocupava o ser humano que estava diante dela.</p>
<p style="text-align: justify;">A artista, sempre sentada e imóvel, chorou diante de alguns, sorriu diante de outros, aterrorizou-se com outros,… durante 7 horas diárias, durante 3 meses seguidos!</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final desse período, já haviam estado diante dela mais de 750 mil pessoas, de ilustres celebridades a ilustres desconhecidos, cada qual com sua própria reação, deixando escapar pelos seus olhares as suas próprias dores, alegrias, emoções, ou mesmo indiferença. Uma moça chegou a ficar nua diante da artista, causando certo alvoroço entre os seguranças do museu.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi, portanto, uma jornada exaustiva para Marina e até lhe rendeu o recorde de performance mais longa da história.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi uma empolgante retrospectiva. Ela colocou-se “de corpo e alma” para que as pessoas pudessem ver, pessoalmente, o ser humano que a vida e a trajetória artística haviam nela plasmado. E, mais do que isso, ela pôde observar como as pessoas, em sua diversidade, assimilavam esse ser humano que ela se tornou.</p>
<p style="text-align: justify;">Observei, nesse caso, o quanto as pessoas possuem de sentimentos dentro de si e o tanto que o nosso dia a dia os represa, a ponto de ações tão simples como sentar-se diante de alguém resultarem numa válvula de escape de emoções profundas e sinceras.</p>
<p style="text-align: justify;">Os grandes mestres da arte, cada um à sua maneira, sempre conseguiram fazer isso com as pessoas. Alguns rabiscando sobre um papel, outros dispondo tintas sobre tecidos, outros picotando pedras…</p>
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		<title>Criatividade Anônima</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2016 01:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Roque]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu estava em uma das filas de embarque no pequeno terminal rodoviário de Indaiatuba-SP. Sem muito o que fazer, notei na parede ao meu lado uma pequena bandeira do Brasil desenhada. Saquei meu telefone e a fotografei. O que tal &#8230; <a href="https://roque.art.br/?p=82&#038;lang=en">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu estava em uma das filas de embarque no pequeno terminal rodoviário de Indaiatuba-SP.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem muito o que fazer, notei na parede ao meu lado uma pequena bandeira do Brasil desenhada.</p>
<p style="text-align: justify;">Saquei meu telefone e a fotografei.</p>
<p style="text-align: justify;">O que tal bandeirinha tinha de especial?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.roque.art.br/wp-content/uploads/2016/06/bandeirinha.jpg"><img class=" size-medium wp-image-159 alignleft" src="http://www.roque.art.br/wp-content/uploads/2016/06/bandeirinha-300x225.jpg" alt="bandeirinha" width="300" height="225" /></a>Primeiramente, é preciso falar um pouco sobre a Rodoviária: suas paredes eram originalmente revestidas com plaquinhas de cerâmica amarela. Talvez tenham sido bonitas enquanto novas, mas logo que saíram de moda receberam uma camada de tinta verde sobre elas. A cor verde, por natureza, é muito bela, mas, sendo uma tinta berrante cobrindo uma parede de azulejo, pareceu-me um alto grau de mau gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez por causa disso (ou talvez não) pintaram sobre o verde uma camada de azul escuro, que é a camada atual. Provavelmente, nos primeiros dias desse azul, ele até chegou a dar uma aura de “manutenção do patrimônio público”, mas logo também se pôs a descascar.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi quando um passageiro anônimo expressou-se criativamente nessa sofrida parede, possivelmente usando uma simples chave. Ele escavou a tinta e aproveitou cada camada para delimitar as cores das áreas da bandeira do Brasil. O resultado está na foto que tirei.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito depois é que fui me dar conta de que acabei apreciando um exemplar de depredação do patrimônio público. Mas logo também ponderei que a horrível parede azul, toda descascada, era um desrespeito muito pior ao mesmo patrimônio. Aquela bandeirinha, pela sua criatividade, acabou sendo algo tão singelo quanto as inscrições que encontramos na lataria empoeirada dos carros desenvergonhadamente sujos: “lave-me”.</p>
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		<title>Como os Designers e Artistas transformarão os modelos de gestão</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2016 01:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Roque]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A seguir reproduzo um trecho da entrevista que o Professor John Maeda, presidente da Escola de Design de Rhode Island (EUA), considerado pela revista “Esquire” como uma das 75 pessoas mais influentes deste século, concedeu à Gabriela Bazzo, da Folha de &#8230; <a href="https://roque.art.br/?p=80&#038;lang=en">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.roque.art.br/wp-content/uploads/2016/06/14052013231-ret-crop.jpg"><img class=" size-medium wp-image-155 alignleft" src="http://www.roque.art.br/wp-content/uploads/2016/06/14052013231-ret-crop-300x270.jpg" alt="14052013231-ret-crop" width="300" height="270" /></a>A seguir reproduzo um trecho da entrevista que o Professor John Maeda, presidente da Escola de Design de Rhode Island (EUA), considerado pela revista “Esquire” como uma das 75 pessoas mais influentes deste século, concedeu à Gabriela Bazzo, da Folha de São Paulo, no último dia 3 de novembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Achei muito interessante pois, para Maeda, que já lecionou no MIT, “o mundo pede hoje líderes criativos, que não temam o ‘fracasso produtivo’, que tenham visão e que assumam riscos.”</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é basicamente o que eu abordo em meu livro &#8220;O artista, o executivo e o sorveteiro&#8221; e o que acredito como forte tendência para os próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Trecho da entrevista:</p>
<p style="text-align: justify;">“<b>Folha – Quais são as características ideais de um líder?</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>John Maeda</b> – Na economia global contemporânea, as únicas constantes que os líderes encaram são a volatilidade e a complexidade. A perspectiva natural de artistas e designers -que se desenvolvem na ambiguidade – se tornou vital para os líderes. O novo tipo de liderança hoje em dia é a criativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu acredito que a liderança criativa é o que precisamos buscar atualmente. As características mais importantes desse tipo de modelo são: liderar pela inspiração, não pelo medo, pela criação de redes de contato, e não pela hierarquia, e pela experimentação e pela iteração, em vez da finalização.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Qual a importância de combinar técnica e sensibilidade? Como isso impacta grandes empresas?</b></p>
<p style="text-align: justify;">Artistas e designers, em parceria com aqueles que desenvolvem soluções técnicas e científicas, são os únicos que podem responder questões profundas, humanizar o problema e criar respostas compatíveis com nossos valores. E é isso que irá nos mover para a frente. Mais do que nunca, nós precisamos de uma conexão com o consumidor como ser humano. Isso começa quando fundimos esse processo com a arte, o design e o pensamento crítico. O sucesso de empresas como o AirBnb (site para aluguel de hospedagens) evidencia como uma experiência bem desenhada é o que faz o sucesso de uma companhia nos dias de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Quais são os exemplos de benefícios gerados pela integração da ciência e das artes no mercado?</b></p>
<p style="text-align: justify;">Os artistas e os cientistas tendem a encarar os problemas com mente aberta e inquietude. E ambos não temem o desconhecido, preferindo dar saltos, em vez de passos consecutivos. Eles se tornam parceiros naturais. Com esse pensamento complementar, há um grande potencial quando eles colaboram de forma contrabalançada, gerando resultados inesperados, que podem ser muito mais valiosos do que quando esses profissionais trabalham separados.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dos novos e mais poderosos produtos no mercado americano vêm da combinação entre design e tecnologia. A arte e o design são responsáveis por realmente promover inovação e, portanto, negócios de sucesso no século 21.”</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/137074-designers-e-artistas-serao-os-lideres-da-inovacao.shtml" target="_blank">Site Folha de São Paulo </a></p>
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